É com você!

sexta-feira, 25 de abril de 2014 | 10:17

Será que dependeremos sempre do que alguém pode fazer por nós do que nós mesmos avançarmos, juntos, e conquistarmos dias melhores? Digo isso não como um desabafo e sim como um questionamento que poderá ser respondido por cada um de nós através de nossas ações diárias. Falo isso pois vejo, tristemente, o conformismo instalado quando os temas diários atropelam nosso dia-a-dia. Na última quinta-feira (24/04) aconteceu um evento no Consistório da Unisanta, em Santos, cujo tema era “Alteração da Maioridade Penal”. Um tema não tão novo, porém sempre ausente das principais discussões do país. O intuito desse encontro, que será o início de uma série, é de recolher mais de 1,2 milhões de assinaturas para provocar os nossos representantes federais a promoverem um Plebiscito para alteração da maioridade penal. Essa iniciativa parte, principalmente, de famílias que perderam seus entes queridos, filhos, filhas, amigos… Em um momento em que falamos tanto de segurança, a sociedade não pode ficar de fora.  A iniciativa pode começar a ser divulgada por você, leitor. Acesse os sites www.umapaixaopelavida.com.br ,  www.agoraplebiscito.com.br ou ainda a página do Facebook: Agora Plebiscito.  Na sequência, após imprimir as relações e assinar, envie para a Caixa Postal 73609, CEP 11380-001. Se cada um de nós nos envolvermos diretamente, conseguiremos sensibilizar os nossos parlamentares. Muitas vezes esperamos que outros façam algo por nós. Mas, e a população? É justamente nesse momento que devemos nos unir e mostrar a nossa corrente pra frente, apesar de a frase não ser tão atualizada. O amigo Wilson Caetano, presidente da Ong Emily – Uma paixão pela vida, teve sua filha brutalmente assassinada em maio de 2007, quando um menor tentou furtar sua máquina fotográfica. Caetano tenta junto com outras famílias resolver uma questão que preocupa a todos nós, que é o crescimento dos índices de criminalidade envolvendo menores de idade. Na verdade, a sociedade tem essa responsabilidade em participar diretamente para tentar reverter aquilo que preocupa a todos nós. Que perspectivas esses jovens terão onde um “estatuto” os resguarda de impunidade e nos coloca em prova diariamente? Chorar, reclamar, gritar… Atitudes que não mudam o nosso dia-a-dia se não arregaçarmos as mangas e participarmos deste movimento. Tenho a certeza, e junto com você amigo(a) leitor(a), de que teremos uma ação respeitosa e atuante quando se fala em atualizar o que nos engole nos dias de hoje. E mais, aumentar a pena para os “maiores” que se servem dos menores para as práticas de delitos. Na minha infância sempre aprendi que os jovens têm uma responsabilidade muito grande no crescimento do país. Será que os nossos jovens pensam assim nos dias de hoje? Creio que não.

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