Nós somos o plano

segunda-feira, 2 de junho de 2014 | 14:52

Na semana passada foi apresentado aos representantes da região o Plano Metropolitano de Desenvolvimento Estratégico da Baixada Santista-PMDE-BS. O objetivo principal é ordenar o crescimento da baixada para os próximos 16 anos, ou seja, até 2030. Entre os temas estão: Habitação, Mobilidade, Saneamento e Desenvolvimento Econômico. O que mais me deixa intrigado é que essa preocupação aconteça justamente num período eleitoral. Será que é fato ou claque? O país necessita de políticas sérias de crescimento responsável, os trabalhadores de “muita” qualificação profissional, as instituições precisam mostrar o seu valor, a Educação necessita ser prioritária e clara, o nosso PIB precisa mostrar crescimento de verdade. Lógico que o cenário nacional se reflete em nossa região. Vamos lá: Pré-Sal, Porto e proximidade com a principal capital do País são as conquistas que sempre esperamos que dê resultado à nossa gente. Quando o Diretor Executivo da Agência Metropolitana, Marcelo Bueno, falou de “Plano”, fiquei preocupado. Só agora? Precisamos de ações mais efetivas; simpósios e conferências não agregam mais, pois os temas já estão esgotados e nada sai do papel. Quer mais? Chefes do Executivo já conheceram políticas nacionais e internacionais e nada foi aproveitado de concreto. Como cidadão desta região confesso que estou preocupado. As Cidades crescem e os problemas também. Será que é só de “Plano” que precisamos? A hora é agora e sinceramente sou favorável que seja elaborado um documento com as reais necessidades de nossa região, apostada pelos prefeitos, e termos o compromisso dos postulantes aos cargos que se aproximam em cinco de outubro. Somos tímidos na Assembleia e praticamente introspectivos na Câmara Federal. A meu ver tudo passa pelo fortalecimento das representações e seguirmos a cartilha das soluções metropolitanas. Só assim a população acreditará que algo de bom estará acontecendo. O raio-x já existe, falta agora um choque de ações metropolitanas. Você tem dúvida quanto a isso? Ou nos impomos como responsáveis destas carências, deixando de participar diretamente no aumento da representatividade, ou ficaremos a ver navios mais uma vez

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